Pandemia atinge transporte por ônibus e deixa graves sequelas

19/08/2020 |

A Covid-19 (sigla para Coronavírus Disease 2019, ou doença gerada pelo coronavírus detectado em 2019), que gerou milhões de mortes em todo o planeta, vem contaminando também a economia global, e colocando na UTI vários setores produtivos, que buscam desesperadamente a cura para os seus males, seja se reinventando, passando a atuar preferencialmente via internet, ou buscando ajuda governamental.

Um dos setores mais atingidos aqui no Brasil foi o de transportes coletivos, em especial o modal ônibus, que já enfrentava dificuldades antes da pandemia. O fato de ser custeado, na quase totalidade das cidades brasileiras, unicamente pelos passageiros pagantes – raiz da séria crise que já se desenrolava há anos – tornou a situação ainda mais grave quando as medidas de isolamento social provocaram uma queda brusca do número de passageiros.

Por ser um serviço essencial, responsável pelo deslocamento de 70% da população, criou-se um impasse: precisava continuar funcionando, apesar da situação crítica, para que os demais serviços essenciais pudessem se manter em atividade.

Segundo estudo da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU – atualizado em 30 de abril, 32 milhões de passageiros deixaram de ser transportados diariamente, com redução de oferta em sistemas de transportes de 314 cidades, dentre as quais 181 chegaram à paralisação total. Os prejuízos do segmento, só no mês de março, foram de 2,5 bilhões de reais, o que levou as empresas a um patamar emergencial. A Medida Provisória 936/2020, aprovada em abril, permitiu uma redução temporária nos gastos com pessoal, mas sequer acenou com a desejada convalescença. Como na maioria dos lares brasileiros, as despesas fixas continuam existindo, há compromissos a serem cumpridos, mas faltam os recursos com os quais se contava até então.

 

Caminhos diferentes em diferentes cidades
Demissões, suspensões contratuais, afastamentos de funcionários pertencentes aos grupos de riscos, medidas preventivas ao contágio foram caminhos buscados pelas empresas, de formas diferentes, nas diferentes cidades, em especial de acordo com as determinações do poder público. Enquanto em Salvador (BA) houve suspensão, por quatro meses, dos contratos recentes de funcionários e dos aposentados que continuavam trabalhando, em Belo Horizonte (MG) e Goiânia (GO) houve parcelamento dos salários, em outros municípios, como Manaus (AM), foi criada escala de trabalho, com revezamento dos trabalhadores. Em Vitória (ES), onde houve redução da frota, uma empresa enfrentou greve dos rodoviários pela dificuldade de manter os salários em dia.

 

Ajustes na oferta
Uma das medidas adotadas em muitas das cidades foi o ajuste na oferta do transporte público, segundo determinação do poder concedente local. Na maioria delas, porém, houve aumento, em relação à demanda, o que agravou ainda mais o prejuízo das operadoras. Por ser uma situação totalmente nova, é difícil para os gestores calcularem a demanda nessas circunstâncias, em especial porque não há como prever o número de pessoas que irão ou não respeitar as orientações das autoridades de saúde. As diferentes recomendações dos governantes, no âmbito federal, estadual e municipal, também criaram muita confusão na população.

 

Rio de Janeiro: problemas generalizados
No estado do Rio de Janeiro, onde as empresas de ônibus já vinham enfrentando inúmeras dificuldades, desde perda de passageiros a problemas de (in)segurança pública, como a Revista Ônibus vem mostrando, a pandemia causa um estrago que pode, em alguns locais, provocar a paralisação da prestação do serviço. Na cidade fluminense de Campos dos Goytacazes, por exemplo, o presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros de Campos dos Goytacazes (Setranspas), Gilson Menezes, afirma que “o problema aqui é crônico, e, neste momento, a operação ficou reduzida a 25%. Continuamos rodando por solicitação do poder concedente, mas a população não está viajando, a diminuição chegou a 90%, e, dentre os que viajam, poucos são os pagantes”, afirma. Segundo Menezes, o faturamento atual está entre 10% e 12% do que no período anterior à pandemia do novo coronavírus e, apesar de ter sido publicado decreto aliviando o isolamento, a situação ainda é muito difícil, pois a maioria continua com medo de usar o transporte público. Gilson Menezes lembra que existe uma dificuldade de pagamento aos rodoviários. Foi feito um acordo com o sindicato da categoria, pelo período de 120 dias, e o fato de o governo ter assumido parte da folha, para tentar dar um fôlego aos empresários, ajudou. Mas não há indícios de uma melhora significativa no número de passageiros pagantes que permita uma esperança para as empresas de ônibus da região.

 

Baixada tem fechamento de empresas
Na Baixada Fluminense, a situação não é muito diferente. Segundo Jorge Murilo dos Santos Corrêa, diretor superintendente do TransÔnibus, sindicato da região de Nova Iguaçu, Belford Roxo, São João de Meriti, Mesquita, Nilópolis, Queimados, Itaguaí, Seropédica e Japeri, o setor está como “um avião operando sem instrumentos, em noite de chuva, sem estrelas”, à mercê de uma grande insegurança jurídica, com ausência de decisões, rápidas como a ocasião exige, seja do poder executivo, seja do judiciário. Murilo diz que a crise se abate sobre o sistema de transporte público como um todo, não apenas sobre o modal ônibus, e que a pandemia está agravando uma debilidade pré-existente, “pela fadiga do atual modelo tarifário, que onera apenas os passageiros pagantes”. Na região, a perda de usuários está em torno de 60%, 65%. Murilo ressalta que, no período anterior à pandemia, a diminuição já era preocupante: “janeiro é um mês tradicionalmente fraco, e, com o número decrescente de passageiros que já acontecia, houve dificuldade para o pagamento do 13º salário dos trabalhadores do setor. Teve empresa que só conseguiu fazer isso em março”, diz ele, que se preocupa com a situação dos meses vindouros. Apesar de trabalhar em regime especial, em respeito às normas de prevenção contra o vírus, o Sindicato não parou, e permanece monitorando todas as informações relativas ao segmento, desde a legislação até as possibilidades de ações que possam mitigar os problemas, orientações de higienização da frota e outras, repassando-as aos empresários imediatamente.

Também na Baixada Fluminense, o empresário Manuel Luís Lavouras, da empresa Trel, relata as dificuldades encontradas: “Estávamos com 10% da frota, a partir de 20 de maio. Chegamos a 25% em junho, e agora estamos rodando com 35%. Mas está muito difícil, mesmo com o governo arcando com 70% da folha. Não sei como será a partir do próximo mês, pois o nosso custo diário é muito grande”, diz. Manuel Luis explica que os meses de março, abril, maio e junho foram praticamente sem faturamento, mas as dívidas não param e, por isso, ocorre um acúmulo. Até mesmo a compra de produtos para higienização, como o álcool em gel, segundo ele, pesa no já minguado orçamento da empresa. O sindicato da região de Duque de Caxias e Magé, Setransduc, ao qual a Trel é associada, está fechado, mas passa remotamente para as empresas as orientações emanadas da Fetranspor, e outras que julgue necessárias. Quatro empresas da região já fecharam as portas.

 

“O setor está como um avião operando sem instrumentos, em noite de chuva, sem estrelas”
Jorge Murilo dos Santos Corrêa Diretor superintendente do TransÔnibus

 

Capital também tem empresas fechando
Na capital, o presidente executivo do Rio Ônibus, Eurico Divon Galhardi, afirma que a queda de passageiros foi “violenta e abrupta”, agravando um cenário anterior de grandes dificuldades, em decorrência de ações como a criação de gratuidades sem as respectivas fontes de custeio, fraudes, regras de integração inadequadas e queda de demanda ao longo dos anos. A falta de reajustes tarifários anuais previstos nos contratos de concessão do transporte urbano da cidade do Rio de Janeiro somada à elevação dos custos da operação, resulta em déficit acumulado, no período 2017-2020, de cerca de R$ 1,2 bilhão. Com a pandemia de Covid-19, a perda de receita no primeiro semestre deste ano já passa dos R$ 500 milhões. Galhardi diz que a demanda média de março, com as medidas de restrição de circulação e isolamento social, foi de 40% do normal, com picos de até 74%. A média dos meses de abril e maio foi de redução de 70% nos dias úteis. Em junho, com a retomada de atividades pelo cronograma da Prefeitura, a média ficou em 60% e, nos primeiros dias de julho, em 51%. A expectativa do Sindicato é de que o segundo semestre alcance entre 60% e 70% da demanda estimada para o período.

Os acordos para redução da jornada de trabalho, amparados pela Medida Provisória 936, foram essenciais para a manutenção dos empregos de 26 mil rodoviários do Município. A retomada gradual das atividades vai promovendo a volta, também gradual, dos ônibus às ruas, mas o grande desafio é a restrição da capacidade dos veículos, definida pelo poder concedente, pois haverá uma subutilização da frota, revela Galhardi.

Todas as pessoas ouvidas nesta reportagem foram unânimes em apontar, como a maior dificuldade para o setor diante da realidade criada pela pandemia, a questão financeira. Galhardi diz que, apesar de o usuário pagar uma tarifa de R$ 4,05, a média recebida por passageiro pela empresa é de apenas R$ 2, 62, devido ao elevado número de não pagantes. Na capital, uma empresa encerrou suas atividades durante este período e outras quatro estão em vias de também fechar. Para o presidente executivo, “o empresário de ônibus, para operar, tem de fazer permanentemente gestão de crises. É um herói, um indutor do progresso nas cidades, que precisa ser ouvido”.

O Rio Ônibus estabeleceu um Comitê de Crise, que promoveu série de ações necessárias para atender às recomendações das autoridades, como a adequação da frota à demanda, o desligamento do ar-condicionado e a abertura das janelas para melhor circulação do ar, suspensão da limitação das gratuidades durante o período, alteração do calendário de vistoria dos veículos e outras. O Comitê também tomou providências quanto ao poder público, pleiteando prorrogação de prazos, informando dificuldades financeiras para renovação de frota e acompanhando processos de interesse dos seus representados. O Sindicato acompanha diariamente a movimentação de passageiros e da frota, assim como a prática das empresas de ônibus em todo o Brasil e no mundo, em face da pandemia, e procura atender à imprensa, de forma a contribuir para que a população seja informada sobre os assuntos inerentes ao transporte urbano na capital, e medidas de prevenção
necessárias nos veículos.

 

“A queda de passageiros foi violenta e abrupta, agravando um cenário anterior de grandes dificuldades”
Eurico Divon Galhardi Presidente do Rio Ônibus

 

Niterói e região: prevenção e preocupação com futuro
O Setrerj, sindicato das empresas de ônibus que operam em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá, também tem trabalhado intensamente no intuito de prestar apoio às empresas, em momento tão delicado. Vem mantendo suas associadas informadas sobre toda e qualquer alteração na legislação que possa atingi-las, deu suporte na sua inclusão no Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda, do governo federal, e, através de parceria com o Sest Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de aprendizagem do Transporte) e o Sintronac (Sindicato dos Trabalhadores dos Transportes Rodoviários de Passageiros de Niterói a Arraial do Cabo), promoveu a aplicação de testes rápidos de Covid-19 para os rodoviários de sua área de abrangência. Márcio Coelho Barbosa, presidente do Setrerj, diz que as empresas têm cumprido a sua parte, na higienização de veículos, garagens, pontos de maior fluxo e Terminal João Goulart, a cada turno; entrega de máscaras e álcool em gel 70% para os colaboradores; exigência do uso de máscaras por motoristas e despachantes; abertura das janelas nos ônibus, sempre que possível, para maior circulação do ar; distribuição de álcool em gel no terminal João Goulart, em Niterói. Algumas empresas implantaram cabines de isolamento para o motorista, aumentando as barreiras para o vírus. O empresário Marco Henrique Alves Coutinho, da Auto Ônibus Brasília, está certo de cumprir o seu papel, mas preocupa-se com o futuro: “agora, cabe ao poder concedente fazer sua parte, para que as empresas sobrevivam ao momento mais difícil da história do setor. Mesmo com a volta das atividades, são três meses de prejuízo que nunca serão recuperados”, afirma. Márcio Barbosa quer tranquilizar a população: “Nosso maior desafio, no momento, é assegurar aos usuários do transporte público de passageiros por ônibus que estamos fazendo tudo para minimizar riscos e aumentar a segurança dos passageiros na volta das atividades econômicas. Ainda estamos entendendo o ‘novo normal’, mas faremos tudo o que estiver ao nosso alcance para que nosso cliente se sinta seguro em andar de ônibus”.

A queda da demanda na região, entre 16 de março e 31 de maio, teve média de 66,48%, com redução média da oferta em 70,58%. O prejuízo das empresas dos quatro municípios da base do Sindicato foi calculado em R$ 22 milhões, só no sistema municipal (até 31 de maio).

 

Petrópolis: 60% de queda na oferta
Em Petrópolis, na região serrana do Rio, a queda da oferta foi de cerca de 60%, enquanto os passageiros pagantes caíram de 3,19 milhões para 1,76 milhão. Mesmo antes da pandemia, com a tarifa defasada e a queda de demanda, cálculos oficiais mostravam que o valor da passagem em Petrópolis deveria ser de R$ 5,16. Com a queda da demanda, o valor da tarifa que cobriria os custos do sistema de transporte em Petrópolis seria de R$ 8,53. O sindicato que reúne as empresas de ônibus da região, Setranspetro, preocupa-se com a manutenção do serviço, e já enviou vários ofícios ao poder concedente local, alertando para as dificuldades. Os passageiros podem consultar os ônibus em operação e seus horários por aplicativos.

 

“As empresas deverão criar ações assertivas para conseguir manter, de fato, uma retomada gradual de receitas e reverter a migração de clientes”
Francisco José Gavinho Geraldo Presidente do Setransol

 

Região dos lagos: queda de demanda e concorrência ilegal
Problema antigo do empresariado do setor da região, o aumento do transporte informal, que não precisa pagar impostos, atender a legislações, manter empregos e tem custos operacionais bem abaixo dos de uma empresa de ônibus, já vinha causando grandes prejuízos. Durante a pandemia, houve aumento dessa concorrência desleal, e as empresas não têm conseguido gerar receita sufi ciente para manter a estrutura construída durante décadas. A perda de passageiros chegou a 80% no início do isolamento social, e, enquanto escrevemos esta matéria, está em 60%. O Setransol, sindicato das empresas da Região dos Lagos, manteve os benefícios dos seus colaboradores, antecipou a ajuda compensatória, distribuiu álcool em gel e máscaras, fez medição de temperatura dos rodoviários e criou plano de contingência para os colaboradores que se encaixam no grupo de risco.

Para proteger a população, fez o destravamento das janelas dos ônibus e o desligamento dos aparelhos de ar ­condicionado, intensificou a desinfecção e higienização dos veículos, incentivou a utilização de máscaras de proteção, disponibilizou álcool em gel e manteve a oferta de linhas. Para Francisco José Gavinho Geraldo, presidente do Sindicato, “o cenário pós-pandemia se mostra incerto, e as empresas deverão criar ações assertivas para conseguir manter, de fato, uma retomada gradual de receitas e reverter a migração de clientes”. A atuação e o suporte dos governos também são considerados de grande importância para a sobrevivência do setor. Uma das maiores dificuldades apontadas por Gavinho é a falta de regularidade de política e ações por parte do governo. Ele reconhece que este também foi surpreendido por uma situação completamente inesperada, mas considera um fator de grande dificuldade para as empresas a necessidade de esperar por decisões dos poderes concedentes, e o curto espaço de tempo que elas têm para se adequar, uma vez que há uma orientação a ser cumprida.

 

Turismo: faturamento zerado
Se o transporte urbano e o intermunicipal foram grandemente afetados, o turístico sofreu impacto ainda maior: parou de operar no estado do Rio de Janeiro, a partir de 16 de março. Algumas dessas empresas prestam também serviços de fretamento contínuo, sendo responsáveis pelo deslocamento de funcionários de indústrias e de grandes empresas, no roteiro casa-trabalho-casa. Essas ainda conseguiram manter, entre março e maio, movimento médio de cerca de 30%, com recuperação de até 50% a partir de então. É que, apesar de muitos trabalhadores passarem a atuar em home offi ce, aqueles cuja presença física era necessária no ambiente de trabalho continuaram a precisar ser transportados. Esse transporte vem sendo feito de acordo com as normas de distanciamento dentro do veículo, higienização e uso de máscaras.

O empresário Martinho Ferreira de Moura, da Bel-Tour Turismo e Transportes, empresa tradicional do setor, diz que o transporte turístico “foi o primeiro a ter um baque, que foi vertiginoso, e acredito que seja o último a se recuperar, porque foi a zero”, lamenta. Ele espera um início de recuperação a partir de setembro, mas com algum resultado perceptível apenas por volta de novembro e dezembro. “O que nos deu algum oxigênio foi a mão do governo, que procurou dar uma ajuda ao empresariado com medidas como a MP 936, a suspensão do pagamento das parcelas de financiamento do Finame durante seis meses, assim como de impostos federais. Mas esse período vai acabar, e temos empresas com frotas paradas, não há sequer mercado para esses ônibus, então a situação é muito difícil”, afirma. Martinho mostra grande preocupação com a manutenção dos empregos no setor, e informa que demissões foram inevitáveis. No caso da sua empresa, por exemplo, foram dispensados cerca de 15% dos colaboradores. Isso foi feito com muito pesar, segundo o empresário, pois “o profissional que trabalha no turismo e fretamento é muito bem treinado, a empresa investe muito nisso, e perder esse rodoviário é ruim para a organização”. Ele ressalta que a principal característica de uma transportadora de turismo e fretamento é o cuidado com o cliente. Martinho diz que há atenção a todos os detalhes dentro dos veículos, e são designados sempre os mesmos motoristas para atender a clientes do fretamento contínuo, e com o mesmo ônibus. O transporte é feito cuidadosamente, evitando-se riscos e freadas bruscas, o profissional conhece cada passageiro e está bem adaptado ao veículo. “Com a frota operando com 120 carros ou com 12, nosso capricho é o mesmo”, conclui.

O Sinfrerj, sindicato ao qual a Bel-Tour é associada, segundo o empresário, tem sido bastante atuante no apoio às empresas. Criou práticas para as associadas, e deu orientação preventiva ao contágio do coronavírus para os profissionais adotarem no trabalho, quando for o caso, e em suas casas.

 

“Temos empresas com frotas paradas, não há sequer mercado para esses ônibus”
Martinho Ferreira de Moura Empresário da Bel-Tour

 

Fetranspor: esforço para manter serviços
A Fetranspor vem se mantendo bastante atuante em seu papel institucional, usando seus canais de comunicação para orientação de trabalhadores do setor, produzindo material para as empresas, participando de programa de recuperação de respiradores, dentre outras ações em prol de seus representados. O presidente executivo, Armando Guerra Júnior, ressalta a grande responsabilidade de uma atividade essencial em um momento como este: “Esta pandemia causou uma mudança radical nas rotinas das pessoas, e as afetou de todas as formas: física, emocional, psicológica e financeiramente. E os setores produtivos refletem isso, em todo o mundo. Aqui no Brasil, e especificamente no estado do Rio de Janeiro, as empresas de transporte por ônibus foram grandemente afetadas. O nosso esforço maior é para continuarmos cumprindo o papel de atividade essencial, que não pode deixar de servir à população. Desse esforço depende o funcionamento dos demais segmentos, pois transportamos a maior parcela dos trabalhadores. É uma grande responsabilidade”.

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